ESTE É O VÍDEO DA SEMANA. MEDITEM NAQUILO QUE REALMENTE
VAI VALER A PENA!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
PERDIDO DENTRO DA IGREJA!
Perdido dentro da igreja
O texto de Lucas 15.25-32, fala sobre o irmão do filho pródigo. Ele aponta o terrível perigo de estar na casa do pai, dentro da igreja, obedecendo leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, e ainda assim, estar perdido. Podemos chegar a essa conclusão pelas seguintes razões:
1. Vive dentro da igreja, mas não é livre (v. 29) – Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.
2. Vive dentro da igreja, mas está com o coração cheio de amargura (v. 29,30) – O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. Na religião dele não havia agenda para o amor. Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora.
3. Vive dentro da igreja, na presença do Pai, mas anda como solitário (v. 31) – Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. Muitos também, estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa.
4. Vive dentro da igreja, mas não se sente dono do que é do Pai (v. 31) – Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração.
O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido, sai para conciliar este filho revoltado. O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro, ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido.
1. Vive dentro da igreja, mas não é livre (v. 29) – Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.
2. Vive dentro da igreja, mas está com o coração cheio de amargura (v. 29,30) – O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. Na religião dele não havia agenda para o amor. Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora.
3. Vive dentro da igreja, na presença do Pai, mas anda como solitário (v. 31) – Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. Muitos também, estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa.
4. Vive dentro da igreja, mas não se sente dono do que é do Pai (v. 31) – Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração.
O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido, sai para conciliar este filho revoltado. O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro, ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido.
Rev. Hernandes Dias Lopes.
sábado, 29 de janeiro de 2011
MTC -LATINO AMERICANO
Olá galera.
Hoje, eu ( Danilo )juntamente com o Herminio, visitamos o MTC -LATINO AMERICANO, um seminário interdenominacional filiado a missão WEC- MISSÃO AMÉM.
Foi um experiência marcante em nossas vidas. Encotramos alí pessoas de várias etnias,como suecos, americanos, coreanos, (lindas crianças).
Visitamos o casal de missionárioas Pr. Daniel e Vanusa , que nos receberam com imenso carinho e afinidade cristã. Compartilharam conosco sobre o ministério deles com os índios Ticunas em Manaus - AM. Ficamos com os nossos coraçães desafiados a realmente cumprir o chamado do Senhor em nossas vidas. Nos divertimos bastante com a Laísinha (filha do casal) que nos apresentou seus lugares preferidos e seus amiguinhos.
FOI MUITO BOM ESTAR ALI COM OS NOSSOS QUERIDOS MISSIONÁRIOS!
O MTC realmente é um lugar onde podemos desfrutar da presença do ETERNO de forma maravilhosa.
Em breve toda o nossa mocidade terá um DIA MISSIONÁRIO ali, para que possamos experimentar e apreder novas experiências.
Ore, contibua , visite , ame os missionários do MTC, pela liderança, pelos vocacionados e por toda aquela equipe.
UM POUCO SOBRE O MTC-LATINO AMERICANO
O MTC nasceu em primeiro lugar no coração de Deus e de uma forte convicção de que a única maneira de cumprirmos a ordem de Cristo é através da multiplicação de discípulos segundo a imagem de Jesus. Discípulos estes que iriam se multiplicando até aos confins da terra. Em segundo lugar, o Senhor deu ao Pr. Murray John Faulkner, uma visão em setembro de 1978 de uma vela gigante raiando a sua brilhante luz de Montes Claros ao mundo inteiro. Essa vela começou a brilhar, ainda que fosse com pouca força em outubro de 1978, com o início do ministério Televida, e no início de 1979 com a Livraria Vida. Em dezembro de 1979 nasceu a entidade “Centro Evangélico de Treinamento e Discipulado” (CETD). Este englobou o Televida e a Livraria Vida e logo fundou um curso noturno de treinamento teológico com duração de três anos no prédio educativo da 1º Igreja Presbiteriana de Montes Claros. No início de 1981, o Senhor permitiu a compra da sede própria do CETD, no centro da cidade.
Hoje, eu ( Danilo )juntamente com o Herminio, visitamos o MTC -LATINO AMERICANO, um seminário interdenominacional filiado a missão WEC- MISSÃO AMÉM.
Foi um experiência marcante em nossas vidas. Encotramos alí pessoas de várias etnias,como suecos, americanos, coreanos, (lindas crianças).
Visitamos o casal de missionárioas Pr. Daniel e Vanusa , que nos receberam com imenso carinho e afinidade cristã. Compartilharam conosco sobre o ministério deles com os índios Ticunas em Manaus - AM. Ficamos com os nossos coraçães desafiados a realmente cumprir o chamado do Senhor em nossas vidas. Nos divertimos bastante com a Laísinha (filha do casal) que nos apresentou seus lugares preferidos e seus amiguinhos.
FOI MUITO BOM ESTAR ALI COM OS NOSSOS QUERIDOS MISSIONÁRIOS!
O MTC realmente é um lugar onde podemos desfrutar da presença do ETERNO de forma maravilhosa.
Em breve toda o nossa mocidade terá um DIA MISSIONÁRIO ali, para que possamos experimentar e apreder novas experiências.
Ore, contibua , visite , ame os missionários do MTC, pela liderança, pelos vocacionados e por toda aquela equipe.
UM POUCO SOBRE O MTC-LATINO AMERICANO
O MTC nasceu em primeiro lugar no coração de Deus e de uma forte convicção de que a única maneira de cumprirmos a ordem de Cristo é através da multiplicação de discípulos segundo a imagem de Jesus. Discípulos estes que iriam se multiplicando até aos confins da terra. Em segundo lugar, o Senhor deu ao Pr. Murray John Faulkner, uma visão em setembro de 1978 de uma vela gigante raiando a sua brilhante luz de Montes Claros ao mundo inteiro. Essa vela começou a brilhar, ainda que fosse com pouca força em outubro de 1978, com o início do ministério Televida, e no início de 1979 com a Livraria Vida. Em dezembro de 1979 nasceu a entidade “Centro Evangélico de Treinamento e Discipulado” (CETD). Este englobou o Televida e a Livraria Vida e logo fundou um curso noturno de treinamento teológico com duração de três anos no prédio educativo da 1º Igreja Presbiteriana de Montes Claros. No início de 1981, o Senhor permitiu a compra da sede própria do CETD, no centro da cidade.
No início de 1983, quando o casal Faulkner estava na África do Sul, o Espírito Santo impressionou-os fortemente quanto a necessidade de começar urgentemente um seminário de regime interno para formação mais eficaz de verdadeiros discípulos formados à imagem de Cristo. Esta visão foi acatada pelo conselho diretor do CETD, e depois de muita luta, o lindo sítio bem arborizado e aconchegante “Águas Vivas” foi comprado em setembro de 1983. O MTC nasceu! Iniciaram-se as aulas em março de 1984, nas residências do casal Faulkner e da missionária Gillian Chapman, com 6 alunos. Em meio as muitas lutas e com a graça do Senhor, conseguimos mudar as primeiras instalações no sítio em maio do mesmo ano. Aleluia! Em março de 1985, a nossa família cresceu para 18 alunos, com a grande vitória do início da construção do prédio principal do MTC – LATINO AMERICANO.
MTC significa: Missionary Training College (em inglês) e expressa os três componentes principais da escola: Missões – Teologia – Cultura. O MTC é uma escola filiada a Missão AMEM (A Missão de Evangelização Mundial) ou como é conhecida internacionalmente WEC (World Evangelization For Christ). Existem outras quatro escolas como essas no mundo (Holanda, Nova Zelândia, Canadá e Austrália).
Desde então alunos de várias partes do Brasil e do mundo tem sido preparados para o ministério no próprio país e em diversas partes do mundo. De muitas maneiras e muitas vezes, o Senhor tem nos falado e confirmado que esta “família” vai ser aumentada e será espalhada até os confins da terra, para a honra e glória do seu glorioso nome! Por causa da grandeza desta tarefa e o nosso sério compromisso em cumpri-la, a oposição e as lutas têm sido ferozes e já houveram perdas; mas, graças a Deus, as vitórias têm sido bem maiores.
SE VOCÊ TEM UM CHAMADO NÃO PERCA MAIS TEMPO!!! OUÇA A VOZ DO TEU CHAMADO E PRAPARE-SE NO MTC!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
MATANDO O VELHO HOMEM
QUERIDOS ESTE VÍDEO É TREMENDO !!! NOS ENSINA O QUE DEVEMOS FAZER TODOS OS DIAS. " MATAR O VELHO HOMEM".
Evangelização, a hora é agora
A evangelização requer urgência. Precisamos ganhar para Cristo a nossa geração nesta geração.
Fracassar nesse quesito é falhar de forma irremediável. A igreja primitiva sem os recursos dos tempos modernos ganhou sua geração para Cristo. O segredo desse sucesso é que cada cristão era um portador de boas novas. A evangelização não era um programa, mas um estilo de vida. A evangelização não era centrípeta, mas centrífuga, ou seja, eles não esperavam que os pecadores viessem a eles; eles iam aos pecadores. Os cristãos não se acomodavam no templo esperando que os pecadores os buscassem; eles iam lá fora onde os pecadores estavam para ganhá-los para Cristo. Eles não pescavam na banheira, eles lançavam suas redes onde havia abundantes cardumes. Não podemos limitar o evangelismo aos cultos especiais que realizamos no templo. Muitos jamais entrarão no templo. Precisamos ir a eles, onde eles estão, nos logradouros, nas praças, nas universidades, nas escolas, nos escritórios, nos clubes, nos estádios, nas praias, nos hospitais. Jesus nos ordena a ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a cada criatura, em todo o mundo. Não cumpriremos essa agenda sem a mobilização de todos os crentes. Não alcançaremos vitória nessa empreitada sem usarmos todos os meios legítimos e todos os recursos disponíveis.
A igreja contemporânea está notoriamente acomodada. Hoje quase não saímos das quatro paredes. Estamos confortavelmente instalados em nossos templos. Reunimo-nos para edificarmo-nos a nós mesmos. Realizamos conferências para equiparmo-nos a nós mesmos. Frequentamos congressos para engordarmo-nos a nós mesmos. Lemos livros e mais livros para enriquecermo-nos a nós mesmos. Parece que quanto mais conhecimento adquirimos menos nos comprometemos com a causa do evangelho. Temos uma larga visão do mundo, mas não enxergamos mais aqueles que perecem à nossa porta. Não buscamos mais a centésima ovelha perdida. Estamos satisfeitos com as noventa e nove que estão no aprisco. Não acendemos mais a candeia para procurar a moeda perdida. Estamos gastando todo o nosso tempo lustrando as moedas que temos. Não esperamos mais a volta do pródigo que se foi. Estamos contentes com o filho que ficou. Precisamos imitar a Jesus, que veio buscar e salvar o perdido. Jesus entrou nos lares, nas sinagogas, no templo. Ele ensinou na praia e nos montes. Ele percorreu as estradas e andou por toda a parte. A religião cristã era a religião do caminho, do movimento, da ação. Precisamos, à semelhança de Jesus, ir lá fora, onde os pecadores estão. Eles estão desorientados como ovelhas sem pastor. As multidões estão exaustas e aflitas precisando de direção. O evangelho é a única resposta para o homem. Esse tesouro está em nossas mãos. Deus no-lo confiou. Não podemos retê-lo. Precisamos reparti-lo. O tempo urge. A hora é agora!
Precisamos gastar as solas dos nossos sapatos mais do que os assentos dos nossos bancos. Precisamos testemunhar tanto publicamente como também de casa em casa. Precisamos falar para grandes auditórios e também para pequenos grupos. A família, a escola e o trabalho devem ser nossos campos missionários. Onde houver uma vida sem Cristo, ali deveremos estar com a mensagem da salvação, pois a evangelização é uma missão imperativa, intransferível e impostergável.
Fracassar nesse quesito é falhar de forma irremediável. A igreja primitiva sem os recursos dos tempos modernos ganhou sua geração para Cristo. O segredo desse sucesso é que cada cristão era um portador de boas novas. A evangelização não era um programa, mas um estilo de vida. A evangelização não era centrípeta, mas centrífuga, ou seja, eles não esperavam que os pecadores viessem a eles; eles iam aos pecadores. Os cristãos não se acomodavam no templo esperando que os pecadores os buscassem; eles iam lá fora onde os pecadores estavam para ganhá-los para Cristo. Eles não pescavam na banheira, eles lançavam suas redes onde havia abundantes cardumes. Não podemos limitar o evangelismo aos cultos especiais que realizamos no templo. Muitos jamais entrarão no templo. Precisamos ir a eles, onde eles estão, nos logradouros, nas praças, nas universidades, nas escolas, nos escritórios, nos clubes, nos estádios, nas praias, nos hospitais. Jesus nos ordena a ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a cada criatura, em todo o mundo. Não cumpriremos essa agenda sem a mobilização de todos os crentes. Não alcançaremos vitória nessa empreitada sem usarmos todos os meios legítimos e todos os recursos disponíveis.
A igreja contemporânea está notoriamente acomodada. Hoje quase não saímos das quatro paredes. Estamos confortavelmente instalados em nossos templos. Reunimo-nos para edificarmo-nos a nós mesmos. Realizamos conferências para equiparmo-nos a nós mesmos. Frequentamos congressos para engordarmo-nos a nós mesmos. Lemos livros e mais livros para enriquecermo-nos a nós mesmos. Parece que quanto mais conhecimento adquirimos menos nos comprometemos com a causa do evangelho. Temos uma larga visão do mundo, mas não enxergamos mais aqueles que perecem à nossa porta. Não buscamos mais a centésima ovelha perdida. Estamos satisfeitos com as noventa e nove que estão no aprisco. Não acendemos mais a candeia para procurar a moeda perdida. Estamos gastando todo o nosso tempo lustrando as moedas que temos. Não esperamos mais a volta do pródigo que se foi. Estamos contentes com o filho que ficou. Precisamos imitar a Jesus, que veio buscar e salvar o perdido. Jesus entrou nos lares, nas sinagogas, no templo. Ele ensinou na praia e nos montes. Ele percorreu as estradas e andou por toda a parte. A religião cristã era a religião do caminho, do movimento, da ação. Precisamos, à semelhança de Jesus, ir lá fora, onde os pecadores estão. Eles estão desorientados como ovelhas sem pastor. As multidões estão exaustas e aflitas precisando de direção. O evangelho é a única resposta para o homem. Esse tesouro está em nossas mãos. Deus no-lo confiou. Não podemos retê-lo. Precisamos reparti-lo. O tempo urge. A hora é agora!
Precisamos gastar as solas dos nossos sapatos mais do que os assentos dos nossos bancos. Precisamos testemunhar tanto publicamente como também de casa em casa. Precisamos falar para grandes auditórios e também para pequenos grupos. A família, a escola e o trabalho devem ser nossos campos missionários. Onde houver uma vida sem Cristo, ali deveremos estar com a mensagem da salvação, pois a evangelização é uma missão imperativa, intransferível e impostergável.
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